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Vigilância confirma quatro casos de Parvovírus B19

Órgão epidemiológico iniciou monitoramento após relatos de alunos com manchas na pele; três escolas são acompanhadas

Atualizado em 28/05/2026 às 11:05, por Netto Dorico.

fotomontagem com sala de aula ao fundo e crianças em primeiro plano com pintas vermelhas pelo rosto e nas costas

Escolas receberam orientações de higienização para conter a transmissão do vírus entre os estudantes

A Vigilância Epidemiológica de Igaraçu do Tietê confirmou quatro casos positivos de Parvovírus B19 em estudantes da cidade. A investigação começou no dia 11 de maio, após o recebimento de notificações sobre crianças que apresentavam manchas avermelhadas na face e pelo corpo. Foi feita a coleta de exames em cinco estudantes com sintomas compatíveis, resultando em quatro diagnósticos positivos e um negativo.

A reportagem do Jornal O Mirante apurou que os casos foram registrados no SESI 272 e, posteriormente, na Escola José Conti e Colégio Saber. A Vigilância não confirmou essa informação, mas revelou que monitora relatos de sintomas semelhantes em pelo menos três unidades. Vale lembrar que nenhuma das escolas citadas integra a rede municipal de Educação.

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A infecção pelo Parvovírus B19 costuma apresentar evolução leve, iniciando com febre baixa, dor de garganta e cefaleia, seguidas pelo aparecimento de vermelhidão concentrada nas bochechas e episódios de coceira.


Principais Sintomas
Febre, mal-estar, dor de cabeça, sintomas gripais e aparecimento de manchas avermelhadas na bochecha e que após se estende ao corpo.

A Vigilância Epidemiológica emitiu um comunicado oficial para a Secretaria Municipal da Educação, orientando diretores, professores e pais sobre as medidas de prevenção. O diagnóstico da doença é predominantemente clínico, e a confirmação por exames laboratoriais é recomendada apenas para grupos de risco, como gestantes e imunossuprimidos.

O tratamento da infecção consiste no alívio dos sintomas, com previsão de cura espontânea em poucas semanas. As autoridades de saúde municipal solicitaram que as direções das escolas notifiquem imediatamente o surgimento de novos casos suspeitos para monitorar o avanço da transmissão e descartaram a necessidade de alarme ou suspensão das aulas